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-Sim. Nós comíamos chocolate, fumávamos cigarro e líamos a Bíblia, que é a única forma de fazer isso,s e vc quer saber. Don, a Bíblia cai muito bem com chocolate. Eu sempre tinha achado que a Bíblia era mais salada, sabe, mas não é. É chocolate. Nós começamos lendo Mateus, e eu achei tudo muito interessante. e eu achei Jesus muito perturbador, muito direto. Ele não era diplomático, mas tive a impressão de que, se eu o conhecesse, ele realmente gostaria de mim. Don, eu não consigo explicar como isso era libertador – entender que, se conhecesse Jesus, ele gostaria de mim. Eu nunca tinha sentido isso com alguns cristãos no rádio. Eu pensei que, se conhecesse aquelas pessoas, elas fariam uma careta para mim. Mas não foi assim com Jesus. Havia pessoas que ele amava e pessoas com as quais ele realmente ficava louco e eu continuava a me identificar com as pessoas que ele amava. E isso era realmente bom, porque todas elas eram partidas – sabe? Todas cansadas da vida, querendo acabar com tudo; ou ainda pessoas desesperadas, pessoas que são párias ou pagãs. Havia outras, pessoas comuns, mas ele não escolhia favoritos, o que é em si miraculoso. E esta, por si só, ja deve ter sido a coisa mais milagrosa que ele fez; ele não demonstrava parcialidade, o que todo ser humano faz.
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Parte do Livro “Como Pinguins me ajudaram a entender Deus” Donald Miller

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Antes da noticia propriamente dita, eu li no Livro “Walk On. A jornada espiritual do U2″ que uma vez uma menina perguntou ao Bono, como ele se diz cristão se foi capaz de se vestir de diabo numa turnê? Se não me engano na Zoo TV. Em resposta, ele perguntou se ela nunca tinha lido “As cartas de um diabo e seu aprendiz”.

Cartas de um diabo a seu aprendiz sai em 2008
Marcelo Hessel

Depois de As Crônicas de Narnia, outro livro de C.S. Lewis será adaptado às telas. É o igualmente cristão Cartas de um diabo a seu aprendiz , nome em português de The Screwtape Letters, romance de 1942.

Ao contrário de Narnia, que alegoriza abertamente passagens do Calvário, as Cartas recorrem à ironia. Nelas, um demônio experiente, Screwtape (em português, Fitafuso), ensina a seu sobrinho aprendiz as táticas para minar a fé dos humanos e promover o pecado. O sobrinho, conhecido por aqui como Vemebile, se chama Wormwood no original – é o nome que o quadrinista Bill Watterson, inspirado em Lewis, deu para a professora nas tirinhas do Calvin.

O filme será produzido, claro, pela mesma Walden Media que leva para o cinema as Crônicas. O lançamento deve ocorrer em 2008, mesmo ano em que estréia a segunda Crônica, Príncipe Caspian.